Xibete's Blog


Natal onde eu vivo
Dezembro 26, 2009, 4:55 pm
Filed under: 1



Boas Festas
Dezembro 26, 2009, 4:51 pm
Filed under: 1

com muitos sucessos para um dia relembrar e contar ..



Der Dativ ist dem Genitiv sein Tod – O Dativo é a morte do Genitivo
Outubro 18, 2009, 12:27 pm
Filed under: Livraria

Para quem diz que os alemães não têm humor, um livro a brincar com as dificuldades da língua :) com exemplos prácticos de erros recorrentes dos próprios nativos da língua na utilização dos casos que regem o idioma…

  • Der Dativ ist dem Genitiv sein Tod – Ein Wegweiser durch den Irrgarten der deutschen Sprache. Kiepenheuer und Witsch, Köln 2004, ISBN 3-462-03448-0 (Hörbuch: ISBN 3-89813-400-8)
  • Der Dativ ist dem Genitiv sein Tod, Folge 2 – Neues aus dem Irrgarten der deutschen Sprache. Kiepenheuer und Witsch, Köln 2005, ISBN 3-462-03606-8 (Hörbuch: ISBN 3-89813-445-8)
  • Der Dativ ist dem Genitiv sein Tod. Folge 3. Noch mehr aus dem Irrgarten der deutschen Sprache. Kiepenheuer und Witsch, Köln November 2006, ISBN 3-462-03742-0 (Hörbuch: ISBN 3-89813-566-7)


Das Parfum de Patrick Suskind
Outubro 18, 2009, 12:09 pm
Filed under: Livraria

Sinopse:

O Perfume é, sem dúvida, um romance estranho. Tendo como palco uma excelente reconstituição da França do século XVIII, modos e hábitos sociais, a história transporta-nos através da vida de Grenouille, um homem que nasceu diferente, viveu diferente e morreu diferente. Dotado de um olfacto extraordinário, o personagem vive numa dimensão alternativa, utilizando o nariz onde o comum dos mortais utilizaria os cinco sentidos. Mais inquietante ainda é o facto de ele próprio ser desprovido de odor corporal, o que leva a sociedade a encará-lo com um misto de indiferença e horror.”

(Levi Lúcio – http://diferencial.ist.utl.pt/edicao/23/perfume.htm)



Contos de Fadas Politicamente Correctos (em Português)
Outubro 18, 2009, 11:55 am
Filed under: Porque a vida não é só traduzir...

O CAPUCHINHO VERMELHO

Era uma vez uma rapariga chamada Capuchinho Vermelho, que vivia com a mãe perto de um grande bosque. Um dia a mãe mandou-a levar um cesto de fruta fresca e água mineral a casa da avó – não porque tal fosse trabalho de mulher, claro, mas porque se tratava de um acto generoso que contribuía para fomentar um sentimento de comunidade. Aliás, a avó da rapariga não estava doente, encontrando-se, pelo contrário, de perfeita saúde física e mental, inteiramente capaz de cuidar de si, como adulta madura que era.

Vai daí, Capuchinho Vermelho fez-se ao caminho pelo meio do bosque com o cesto enfiado no braço. Muitos achavam aquele bosque um lugar perigoso e de mau presságio, pelo que nunca punham os pés. Capuchinho Vermelho tinha, porém, tal confiança na sua sexualidade a desabrochar que não se deixava intimidar por tão óbvia imagética freudiana.

No caminho para casa da avozinha, Capuchinho Vermelho encontrou um lobo, que lhe perguntou o que levava no cesto e a quem respondeu:

São uns alimentos saudáveis para a minha avó, que é evidentemente capaz de tomar conta de si própria, como adulta madura que é.

– Sabes, minha querida, não é nada seguro para uma menina como tu andar sozinha pelo meio destes bosques! – retorquiu o lobo.

– Considero extremamente ofensiva a tua observação sexista – disse o Capuchinho Vermelho – , mas vou ignorá-la tendo em conta a tua tradicional condição de pária da sociedade, cujo trauma te levou a criar uma mundividência própria, perfeitamente válida. E agora, se me dás licença, tenho de prosseguir o meu caminho.

Capuchinho Vermelho continuou a andar, sempre pelo carreiro principal. No entanto, o lobo, cuja condição de excluído da sociedade o isentara da obediência escravizante ao raciocínio linear do tipo ocidental, conhecia um atalho para a casa da avozinha. Irrompeu pela casa dentro e comeu a senhora, procedimento inteiramento adequado a um carnívoro, como era o seu caso. A seguir. liberto das noções rígidas e tradicionalistas quanto ao que era masculino ou feminino, vestiu a camisa de dormir da avozinha e enfiou-se na sua cama.

Capuchinho Vermelho entrou na cabana e exclamou:

– Avozinha, trouxe-lhe umas coisinhas para comer, sem gordura nem sal, em homenagem ao seu papel de matriarca sábia e criadora.

Da cama, o lobo respondeu, em voz sumida:

– Chega-te , netinha, para eu te ver.

Capuchinho Vermelho acrescentou:

– Ah, é verdade! me esquecia de que a avozinha é opticamente tão limitada como um morcego. Mas avozinha, que grandes olhos tem!

muito viram e muito perdoaram!

– E que grande nariz tem (em termos relativos, claro, e, de qualquer modo, atraente, à sua maneira).

muito cheirou e muito perdoou, minha querida!

– E que grandes dentes tem!

o lobo disse:

– Sinto-me muito feliz por ser quem sou. – E saltou para fora da cama, filando-a com as suas garras, pronto a devorá-la.

Capuchinho Vermelho gritou, não assustada com a aparente tendência do lobo para o travestismo, mas horrorizada com a invasão do seu espaço pessoal.

Os seus gritos foram ouvidos por um lenhador (ou técnico de combustível lenhoso, como preferia que lhe chamassem) que passava ali perto. Quando irrompeu pela cabana, logo se apercebeu da confusão e tentou intervir. Mal ergueu no ar o seu machado, Capuchinho Vermelho e o lobo pararam de brigar.

Que pensa o cavalheiro que está a fazer? – perguntou Capuchinho Vermelho. O lenhador arregalou os olhos de espanto e fez menção de responder, mas nem uma palavra lhe ocorreu. – Entrar aqui como um Homem de Neanderthal , deixando que a sua arma pense por si !- exclamou ela. – Machista! Especista ! Como se atreve a presumir que mulheres e lobos sejam incapazes de resolver os seus problemas sem a ajuda de um homem?

Ao ouvir o discurso arrebatado de Capuchinho Vermelho, a avozinha saltou de dentro da boca do lobo e, agarrando no machado do lenhador, cortou-lhe a cabeça. Passado o mau bocado, Capuchinho Vermelho, a avozinha e o lobo sentiram-se unidos por uma certa comunhão de propósitos. Decidiram, por isso fundar uma família alternativa baseada no respeito mútuo e na cooperação e viveram juntos e felizes no bosque para sempre.”

por James Finn Garner

in forreta.blogs.sapo.pt/1322.html



Contos de Fadas Politicamente Correctos (em Inglês)
Outubro 18, 2009, 11:51 am
Filed under: Porque a vida não é só traduzir...

Little Red Riding Hood

from Politically Correct Bedtime Stories by James Finn Garner.

Copyright 1994 by James Finn Garner.

There once was a young person named Red Riding Hood who lived with her mother on the edge of a large wood. One day her mother asked her to take a basket of fresh fruit and mineral water to her grandmother’s house, not because this was women’s work, mind you, but because the deed was generous and helped engender a feeling of community. Furthermore, her grandmother was not sick, but rather was in full physical and mental health and was fully capable of taking care of herself as a mature adult.

So Red Riding Hood set off with her basket through the woods. Many people believed that the forest was a foreboding and dangerous place and never set foot in it. Red Riding Hood, however, was confident enough in her own budding sexuality that such obvious Freudian imagery did not intimidate her.

On the way to Grandma’s house, Red Riding Hood was accosted by a wolf who asked her what was in her basket. She replied, “Some healthful snacks for my grandmother, who is certainly capable of taking care of herself as a mature adult.”

The wolf said, “You know, my dear, it isn’t safe for a little girl to walk through these woods alone.”

Red Riding Hood said, “I find your sexist remark offensive in the extreme, but I will ignore it because of your traditional status as an outcast from society, the stress of which has caused you to develop your own, entirely valid, worldview. Now, if you’ll excuse me, I must be on my way.”

Red Riding Hood walked on along the main path. But, because his status outside society had freed him from slavish adherence to linear, Western-style thought, the wolf knew a quicker route to Grandma’s house. He burst into the house and ate Grandma, an entirely valid course of action for a carnivore such as himself. Then, unhampered by rigid, traditionalist notions of what was masculine or feminine, he put on Grandma’s nightclothes and crawled into bed.

Red Riding Hood entered the cottage and said, “Grandma, I have brought you some fat free, sodium-free snacks to salute you in your role of a wise and nurturing matriarch.”

From the bed, the wolf said softly, “Come closer, child, so that I might see you.”

Red Riding Hood said, “Oh, I forgot you are as optically challenged as a bat. Grandma, what big eyes you have!”

“They have seen much, and forgiven much, my dear.”

“Grandma, what a big nose you have, only relatively, of course, and certainly attractive in its own way.”

“It has smelled much, and forgiven much, my dear.”

“Grandma, what big teeth you have!”

The wolf said, “I am happy with who I am and what I am,” and leaped out of bed. He grabbed Red Riding Hood in his claws, intent on devouring her. Red Riding Hood screamed, not out of alarm at the wolf’s apparent tendency toward crossdressing, but because of his wilful invasion of her personal space.

Her screams were heard by a passing woodchopper-person (or log-fuel technician, as he preferred to be called). When he burst into the cottage, he saw the melee and tried to intervene. But as he raised his axe, Red Riding Hood and the wolf both stopped.

“And just what do you think you’re doing?” asked Red Riding Hood.

The woodchopper-person blinked and tried to answer, but no words came to him.

“Bursting in here like a Neanderthal, trusting your weapon to do your thinking for you!” she exclaimed. “Sexist! Speciesist! How dare you assume that women and wolves can’t solve their own problems without a man’s help!”

When she heard Red Riding Hood’s impassioned speech, Grandma jumped out of the wolf’s mouth, seized the woodchopper-person’s axe, and cut his head off. After this ordeal, Red Riding Hood, Grandma, and the wolf felt a certain commonality of purpose. They decided to set up an alternative household based on mutual respect and cooperation, and they lived together in the woods happily ever after.



Dicionário Houaiss Da Língua Portuguesa Com A Nova Ortografia Da Língua Portuguesa
Outubro 18, 2009, 11:32 am
Filed under: Livraria

Autor: HOUAISS, ANTONIO

Editora: OBJETIVA

Assunto: DICIONÁRIOS MONOLÍNGUES

Preço  R$ 250,oo

ISBN: // <![CDATA[// 8573029633
ISBN-13: // <![CDATA[// 9788573029635
Livro em português
Encadernado

- 21 x 27,5 cm  - Peso 2,500 Kg 1ª Edição – 2009
Acompanha CD-ROM

Sinopse:

O ‘Dicionário Houaiss’ utilizou técnicas lexicográficas de compressão e síntese de informações. Este dicionário contém 442 mil entradas, locuções e acepções, um quadro do uso do hífen de acordo com a nova ortografia da língua portuguesa, informações de gramática, usos, etimologias, sinónimos, antónimos, homónimos, parónimos, datação, colectivos e vozes de animais. Além de ser adaptado integralmente com o novo acordo ortográfico, o dicionário Houaiss contém o texto integral do Acordo. Inclui CD-ROM com o conteúdo do Dicionário Houaiss da Lingua Portuguesa, mais o Dicionário Houaiss de Elementos Mórficos, além de conjugação eletrónica dos verbos, navegação por hipertexto, datação, busca por semelhante e pesquisas, simples, reversa e combinada.

Sobre o Autor:

HOUAISS, ANTONIO
António Houaiss foi escritor, crítico, tradutor, organizador de 2 enciclopédias, diplomata, membro da Academia de Ciências de Lisboa, presidente da Academia Brasileira de Letras e Ministro da Cultura. Dedicou grande parte de sua vida ao estudo da língua portuguesa. Faleceu em 1999.

Fonte: http://www.livrariacultura.com.br



Sua Majestade, O Intérprete
Outubro 18, 2009, 11:21 am
Filed under: Livraria

Livro: Sua Majestade, o Intérprete

Autor: MAGALHAES JR, EWANDRO
Editora: PARABOLA
Assunto: LINGUÍSTICA

Sinopse:

O Fascinante Mundo Da Tradução Simultânea

Escrito pelo tradutor e intérprete Ewandro Magalhães, este livro trata de vários aspectos da profissão. O autor conta histórias e desafios enfrentados, dá dicas àqueles que pretendem ingressar na actividade, além de oferecer informações históricas sobre suas origens.

ISBN: // <![CDATA[// 8588456591
ISBN-13: // <![CDATA[// 9788588456594
Livro em português
Brochura
1ª Edição – 2007
Preço: R$ 22,00

Fonte: http://www.livrariacultura.com.br



A complexidade desta actividade que é traduzir…
Outubro 18, 2009, 10:55 am
Filed under: Opiniões

Fazer uma tradução sem consciência cultural é a mesma coisa que jogar pérolas aos porcos ou criar um Frankenstein inútil. Exemplo: o cliente tem uma ideia mirabolante para um novo negócio em outro país. Reúne todo o material de marketing que elaborou em sua própria língua e pede a um tradutor para traduzir esse material para o idioma do país onde a ideia vai ser aplicada. O tradutor traduz sem consciência cultural, sem realmente se envolver na tradução e na ideia do cliente, e a tradução acaba não atingindo seu objetivo de convencer porque deixou de levar em conta as especificidades do público-alvo. Nesse caso houve falta de consciência cultural porque faltou identificar o público-alvo e adaptar a tradução para esse público.

Tradução de currículo é um exemplo típico. Entre um currículo alemão e um currículo brasileiro há grandes diferenças no arranjo e no tipo das informações apresentadas. Então, ao traduzir currículos, o tradutor deveria deixar o cliente ciente das mudanças necessárias na forma e no conteúdo da tradução em relação ao original, para que ela atinja o mesmo objetivo almejado pelo original. Não basta traduzir linha por linha e deixar a formatação como está.

Esse tipo de problema ocorre principalmente em traduções de marketing. Para se vender um produto ou uma ideia, é preciso estabelecer um contato com o público. E se esse contato for truncado por obstáculos culturais (piadas, palavras e alusões culturalmente marcadas e incompreensíveis), então nada feito. Além disso, em traduções de marketing (não só a forma de apresentação do conteúdo, mas o próprio conteúdo, inclusive websites, sumários executivos, catálogos, folhetos etc.), muita coisa escrita para um público falante de um idioma não teria o menor sentido nem utilidade para falantes de outro idioma; então, por que não simplesmente cortar esse material sem sentido ou inútil na versão para outro idioma? Às vezes recebo ofertas para traduzir sites e livros do português para o inglês ou alemão sobre assuntos que nunca interessariam a falantes do inglês ou alemão por serem muito marcados culturalmente, muito identificados com a cultura brasileira. Recuso e às vezes explico por quê, e quando tento explicar costumo receber pedradas dos “clientes” porque eu teria menosprezado a “obra” dele. (Tudo bem, Jorge Amado é culturalmente marcado e nem por isso deixa de ser um dos autores mais traduzidos do país, mas Jorge Amado é literatura, e literatura mexe com outra forma de tradução: a tradução sem fins concretos, que vai ser lida por deleite e prazer e não pretende vender algum produto, nem transmitir algum conhecimento, nem tampouco produzir algum efeito prático – enfim, não precisa “vender o peixe”.)

O problema da consciência cultural acontece em tradução marketing, mas também em tradução jurídica. O formato de uma sentença judicial alemã é completamente diferente do formato de uma sentença brasileira. Na sentença alemã, a divisão do conteúdo obedece a rígidos padrões formais e lógicos; na sentenças brasileiras, os magistrados escrevem como querem, no formato que querem (pelo menos nas muitas sentenças que eu já traduzi). Cabe ao tradutor fazer a ponte entre as duas culturas, levando em consideração as especificidades formais de cada uma, sem prejuízo do conteúdo.

Enfim, cada caso é um caso. Não basta dizer que a forma e o conteúdo do original devem ser adaptados obrigatoriamente na tradução. É preciso observar se há necessidade de adaptação. Afinal, o objetivo da tradução é transmitir uma mensagem, provocar um efeito, e é essa mensagem e esse efeito que devem ter o peso maior na decisão de adaptar ou não a tradução. E, claro, qualquer que seja a decisão, ela deve ser tomada em conjunto com o cliente. Mesmo que o cliente muitas vezes não tenha ideia sobre o trabalho do tradutor ou não conheça suficientemente bem o idioma-fonte ou o idioma-alvo, ainda assim ele deve ser minimamente informado sobre o que vai acontecer com o documento que ele entregou para traduzir (e cuja tradução ele vai tirar dinheiro do bolso para pagar).

É por essas e outras que eu acho que a tradução envolve coisas muito mais complexas do que “simplesmente” traduzir.

Fonte: http://fidusinterpres.com por Fabio Said



Hello world!
Setembro 20, 2009, 2:44 pm
Filed under: Opiniões

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